Música de Concerto
ORQUESTRA SINFÔNICA DA UFRJ
Patrimônio Cultural Imaterial da cidade do Rio de Janeiro
102a temporada
Dia 17 de abril de 2026, sexta-feira, às 19 horas
Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da UFRJ
Rua do Passeio 98 – Centro
Entrada franca
PROGRAMA
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Antonio SALIERI (1750-1825) – Abertura “La tempesta di mare” (1778) 4′
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W. A. MOZART (1756-1791) – Sinfonia no 48 em Ré K120/111a (1771) 8′
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Allegro assai
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Andante grazioso
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Presto
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Ralph VAUGHAM WILLIAMS – Fantasia Greensleeves (1934) 4′
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Camile SAINT-SAËNS (1835-1921) – Suíte op. 49 (1863) 18′
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Prélude – Allegretto moderato
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Sarabande – Sostenuto
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Gavotte – Vivace
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Romance – Andantino cantabile
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Final – Allegro vivace
Regência de Carlos Mendes
RELEASE
“La tempesta di mare” foi composta por Antonio Salieri (1750-1825), um dos importantes compositores do período clássico, nascido em Legnano, na Itália, mas que ganhou fama como compositor oficial da corte de José II, o Arquiduque da Áustria. A obra foi composta como abertura para a ópera “L’Europa riconosciuta” (1778) e posteriormente utilizada também em “Cesare in Farnacusa” (1800). É uma obra enérgica e agitada, que procura retratar uma tempestade no mar através de recursos instrumentais como escalas rápidas, tremolos e contrastes dinâmicos.
Contemporâneo de Salieri em Viena, Wolfgang Amadeus Mozart foi um dos mais prolíficos e geniais compositores de todos os tempos. Seu catálogo de obras abrange mais de 600 composições, sendo a sinfonia um dos gêneros mais abordados, contabilizando mais de 50 obras. A Sinfonia no 48 em Ré foi estruturada a partir dos dois movimentos da abertura da ópera “Ascanio in Alba” K111, que o jovem Mozart compôs para a cidade de Milão, em 1771, com apenas 15 anos de idade, por ocasião de uma das excursões à Itália. Mozart incorporou um terceiro movimento e transformou a obra em uma sinfonia.
A melodia de autor anônimo conhecida por “Greensleeves” tem sua origem no século XVI. O compositor britânico Ralph Vaughan Williams (1872-1958) utilizou a melodia na música incidental que compôs para peças de Shakespeare, mas também para a música de sua ópera “Sir John in Love”, baseada no Falstaff, do mesmo autor. Em 1934, Ralph Greaves reuniu diversas versões da música de Vaughan Williams para “Greensleeves” para criar a “Fantasia sobre Greensleeves”, na qual uma orquestra reduzida a duas flautas, harpa e cordas nos remete ao ambiente da música da Renascença.
O compositor francês Camille Saint-Saëns (1835-1921) foi um menino prodígio. Sua estreia como pianista aos 10 anos de idade se deu na Salle Pleyel interpretando o terceiro concerto para piano de Beethoven. Aos 13 anos ingressou no Conservatório de Paris. Como profissional teve uma carreira de grande prestígio como organista, pianista e compositor por toda a Europa e Américas, incluindo o Brasil. Como compositor, pode ser situado no grupo dos pós-românticos. Em sua forma original, a Suíte em Ré Maior op.49 foi escrita para harmônio, instrumento hoje em desuso, mas muito popular no século XIX. Em 1869, o compositor orquestrou a obra para a série de Concertos Litolff, realizados na Ópera de Paris. A obra se caracteriza como uma suíte antiga, ou seja, baseada em danças barrocas, especialmente nos três primeiros movimentos. Os dois movimentos finais nos levam ao ambiente da música francesa do período romântico, com um Romance e o Final semelhante a um Scherzo.
CARLOS MENDES
Iniciou seus estudos de música aos 8 anos de idade no Instituto Meninos Cantores de Petrópolis, onde integrou o Coral dos Canarinhos e permaneceu por onze anos. Aos 10 anos começou a estudar violino nesta instituição com o professor Carlos Moreno e aos 16 passou aos cuidados do mestre Paulo Bosisio, com quem dividiu o palco a partir de 2008 como integrante do Quarteto Bosisio. Aos 20 anos de idade ingressou na UNI-RIO, onde concluiu o bacharelado em violino. Dentre vários cursos de extensão em performance e didática do violino, foi convidado como bolsista pela Académie Européenne de Musique de Tournon (França) por dois anos consecutivos, para participar da Orchestre Philharmonique Rhodanien, nos anos de 1996 e 1997, onde teve participação também como spalla. Atualmente é integrante da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde ocupa o cargo de spalla, e da Orquestra Petrobras Sinfônica. É bacharelando do curso de Regência Orquestral na UFRJ.
ORQUESTRA SINFÔNICA DA UFRJ
Direção artística: André Cardoso
VIOLINOS I
Luís Henrique de Oliveira
Hadassa Rodrigues Izidio
Alice Patrício da Silva Batista
Yuri Rodrigues da Silva
VIOLINOS II
Taira Maisa de Oliveira Lima
Ismael Gonzaga Rodrigues
Dyana Aparecida Paiva de Oliveira
Willian da Silva Lopes
VIOLAS
Ana Sunamita Vicente de Souza
Gabriel Severiano Nascimento
Lohanny da Silva Cunha Oliveira
Mariana Oliveira da Cruz
VIOLONCELOS
Carlos William da Conceição
Ricardo Santoro
Silvana Alves de Souza
Vitória Lindolfo Soares
CONTRABAIXOS
Vóila Marques
FLAUTAS
Arthur de Souza Figueiredo
Júlia Martins Cerqueira
OBOÉS
Pedro Henrique Vieira da Silva
Wesley Fernandes Ferreira
CLARINETAS
João Gabriel Ramos de Almeida
Marcos Vinícius Ramos Lima
FAGOTES
Pedro Henrique Ramalho Martins
TROMPAS
Giliéder Veríssimo
Davi Pereira dos Santos Cruz
TROMPETES
Evelin Cecília Trajano Borges da Silva
Daniel Roberto dos Reis e Silva
TÍMPANOS
Tiago Calderano
HARPAS
Cléo Rodrigues Valentim
Calebe de Brito Gomes
Produção
Vanessa Rocha
Mídias sociais
Kelly Davis
Designer gráfico
Márcia Carnaval
Administração
Ricardo Brito
Redes Sociais
https://www.facebook.com/orquestrasinfonicaufrj
https://www.instagram.com/orquestra_ufrj/
Detalhes do evento:
Dia(s): 17 abr 2026
Horário: 19h00 - 21h00
Local: Salão Leopoldo Miguez (Escola de Música/UFRJ)
Rua do Passeio, 98 - Lapa, Rio de Janeiro , RJ, 20021-290
Categorias
Inscrição:
A confirmação da inscrição é de responsabilidade do organizador do evento.
Valor: Entrada Franca
Período de inscrição: Não há
Site: https://www.facebook.com/orquestrasinfonicaufrj
Instituição responsável: Escola de Música da UFRJ
Email do organizador: N/C
Telefone de contato: N/C
