Orquestra Sinfônica da UFRJ apresenta concerto com obras de Saint-Saëns, Fauré e Johann Christian Bach

Música de Concerto

ORQUESTRA SINFÔNICA DA UFRJ

Patrimônio Cultural Imaterial da cidade do Rio de Janeiro

102a temporada

Dia 20 de maio de 2026, quarta-feira, às 19 horas

Salão Leopoldo Miguéz da Escola de Música da UFRJ

Rua do Passeio 98 – Centro

Entrada franca

PROGRAMA

  1. Vladimir REBIKOV (1866-1920) – Cradle Song 

  2. Camile SAINT-SAËNS (1835-1921) – Romance para trompa (1874) 5′

Solista: Giliéder Veríssimo (trompa)

  1. Gabriel FAURÉ (1845-1924) – Pavane op.50 (1887) 7′

  2. Johann Christian BACH (1735-1782) – Sinfonia em Sib WC17a “Sieber” (1773) 10′

 

Regência de Carlos Mendes

RELEASE

Compositor e pianista de origem russa, Vladimir Rebicov fez sua formação musical nos conservatórios de Moscou, Berlim e Viena. Sua produção é muito centrada nas peças líricas para piano. Cradle Song é uma Berceuse ou canção de ninar originalmente composta para piano para a qual o compositor americano Quinto Maganini (1897-1974) produziu uma versão para harpa e orquestra de cordas.

O compositor francês Camille Saint-Saëns (1835-1921) foi um menino prodígio. Sua estreia como pianista aos 10 anos de idade se deu na Salle Pleyel interpretando o terceiro concerto para piano de Beethoven. Aos 13 anos ingressou no Conservatório de Paris. Como profissional teve uma carreira de grande prestígio como organista, pianista e compositor por toda a Europa e Américas, incluindo o Brasil. Como compositor, pode ser situado no grupo dos pós-românticos. O Romance op.36 para trompa foi composto em 1874. A obra foi dedicada ao trompista Henri Jean Garique. É uma peça breve em três partes em andamento Moderato, que se assemelha a uma ária da capo.

A Pavane op. 50 é uma das peças mais conhecidas do compositor francês Gabriel Fauré. Foi composta originalmente para piano em 1887, mas ganhou versão orquestral do próprio compositor. A pavana é uma dança de corte de origem espanhola, mas de andamento lento. Na obra, Fauré evoca a antiga forma renascentista dedicando a melodia principal à flauta, com um acompanhamento fluente e cadenciado pela orquestra, mas que ganha intensidade na parte central até retomar o clima inicial.

Johann Christian Bach foi o mais novo dos 13 filhos que Johann Sebastian Bach teve com sua segunda esposa, Anna Madalena Bach. A formação musical teve início com o pai e prosseguiu com seu irmão Carl Phillip Emanuel Bach. Estudou também na Itália, onde começou a escrever óperas. Em 1762, se mudou para Londres. O estilo da música de Christian Bach contrasta com a de seu pai, pois se afasta das características do barroco e se aproxima do clássico, sendo considerada tipicamente de estilo galante. A sinfonia é uma das formas instrumentais mais abordadas por Christian Bach. A Sinfonia em Si bemol WC17a foi composta em 1773 e posteriormente publicada em uma coletânea de seis sinfonias de diferentes autores por Jean-Georges Sieber (1738-1822), um importante editor parisiense. A obra se caracteriza pelo uso das clarinetas no lugar dos tradicionais oboés.

CARLOS MENDES

Iniciou seus estudos de música aos 8 anos de idade no Instituto Meninos Cantores de Petrópolis, onde integrou o Coral dos Canarinhos e permaneceu por onze anos. Aos 10 anos começou a estudar violino nesta instituição com o professor Carlos Moreno e aos 16 passou aos cuidados do mestre Paulo Bosisio, com quem dividiu o palco a partir de 2008 como integrante do Quarteto Bosisio. Aos 20 anos de idade ingressou na UNI-RIO, onde concluiu o bacharelado em violino. Dentre vários cursos de extensão em performance e didática do violino, foi convidado como bolsista pela Académie Européenne de Musique de Tournon (França) por dois anos consecutivos, para participar da Orchestre Philharmonique Rhodanien, nos anos de 1996 e 1997, onde teve participação também como spalla. Atualmente é integrante da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde ocupa o cargo de spalla, e da Orquestra Petrobras Sinfônica. É bacharelando do curso de Regência Orquestral na UFRJ.

ORQUESTRA SINFÔNICA DA UFRJ

Direção artística: André Cardoso

VIOLINOS I

Taira Maisa de Oliveira Lima (spalla)

Alice Patrício da Silva Batista

André Bukowitz

Dyana Aparecida Paiva de Oliveira

Hadassa Rodrigues Izidio

Ismael Gonzaga Rodrigues

Luís Henrique de Oliveira

Yuri Rodrigues da Silva

VIOLAS

Ana Sunamita Vicente de Souza

Gabriel Severiano Nascimento

Lohanny da Silva Cunha Oliveira

Mariana Oliveira da Cruz

VIOLONCELOS

Carlos William da Conceição

Ricardo Santoro 

Silvana Alves de Souza

Vitória Lindolfo Soares

CONTRABAIXOS

Vóila Marques

FLAUTAS

Arthur de Souza Figueiredo

Júlia Martins Cerqueira

OBOÉS

Pedro Henrique Vieira da Silva

Thiago Neves

CLARINETAS

João Gabriel Ramos de Almeida

Marcos Vinícius Ramos Lima

FAGOTES

Pedro Henrique Ramalho Martins

Mauro Ávila

TROMPAS

Davi Pereira dos Santos Cruz

Teresa Mai Takiya Paiva

HARPAS

Cléo Rodrigues Valentim

Calebe de Brito Gomes

Produção

Vanessa Rocha

Mídias sociais

Kelly Davis

Designer gráfico

Márcia Carnaval

Administração

Ricardo Brito

Redes Sociais

https://www.facebook.com/orquestrasinfonicaufrj 

https://www.instagram.com/orquestra_ufrj/ 

 

Detalhes do evento:

Dia(s): 20 maio 2026
Horário: 19h00 - 21h00

Local: Salão Leopoldo Miguez (Escola de Música/UFRJ)
Rua do Passeio, 98 - Lapa, Rio de Janeiro , RJ, 20021-290

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Inscrição:

A confirmação da inscrição é de responsabilidade do organizador do evento.

Valor: Entrada Franca
Período de inscrição: Não há
Site: https://www.facebook.com/orquestrasinfonicaufrj  https://www.instagram.com/orquestra_ufrj/ 
Instituição responsável: Escola de Música da UFRJ
Email do organizador: N/C
Telefone de contato: N/C